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Arquivo da categoria: Reflexão

Mude sua Vida!

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O IMPREVIDENTE

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31/05/2011 Ralph J. Hofmann

Durante as últimas semanas tenho ficado à espera de alguém que faça uma pergunta que para mim é óbvia.

Por que o patrimônio de Palocci era apenas de R$ 370 mil?  Durante uns vinte e seis anos o sujeito foi médico, vereador, deputado estadual, prefeito, deputado federal, ministro, é  casado com esposa médica que deve também ter recebido salários. Com tudo isto não conseguiu guardar mais do que este valor, mesmo com todas as benesses que são despejadas sobre os ocupantes de cargos eletivos? Não tem sequer um apartamento obtido via BNH? Veículos pagos via consórcio?

 

Parece-me que o problema não é apenas o de saber como multiplicou este valor por vinte. Cabe saber que outros valores precisou esconder ao longo dos anos de vida pública por não ter como declarar sua origem.

Ou isto ou é um perdulário, gastando mais rápido do que recebe.

Se for um perdulário estamos com uma das explicações de por que o governo do Brasil gasta em futilidades tudo que o Tesouro consegue cobrar da ignara plebe.

 Como Ministro da Fazenda e agora como Ministro Chefe da Casa Civil pode não  encarar receita e despesa com seriedade, e sendo o principal e melhor preparado assessor da presidente do Brasil as medidas desta espelham o alento deste Ministro.

Certamente foi perdulário com a própria reputação. De estrela brilhante do PT, mais respeitado pela oposição do que pela situação dada sua capacidade de dar seguimento à obra de estabilização do governo Fernando Henrique Cardoso conseguiu mergulhar sua reputação num charco de águas odoríferas e pestilentas com sua “garçonière” brasiliense e com o tratamento dispensado a um caseiro.

A seguir, reconduzido ao centro do poder, depois de anos de cuidados para não aparentar enriquecimento excessivo, deixou marcas claras de que vive acima de qualquer renda que possa explicar. Não apenas apresentou crescimento de patrimônio questionável, como o custo do imóvel locado em São Paulo para sua residência absorveria 80% de sua renda como deputado, portanto teria de ser oriundo de outras atividades. Quais seriam essas atividades. Seriam lícitas a um Ministro?

Terá o Senhor Ministro adquirido a lâmpada de Aladim? Terá descoberto a caverna de Ali Babá?

Se for o caso da lâmpada apenas podemos congratulá-lo. Boa sorte e bom proveito Senhor Ministro!  Mas se for a caverna do Ali Babá desejamos lembrar-lhe que o provérbio “achado não é roubado” não corresponde à realidade. Se achou o esconderijo dos ladrões abarrotado de saque deve comunicar isto à polícia e pleitear uns 10 a 20% de recompensa por recuperar o botim.

Ainda me resta uma curiosidade. A empresa do ministro é de consultoria. No Brasil para ser empresa de  consultoria de economia precisa ter um responsável técnico economista, de contabilidade precisa um contabilista, de administração precisa um administrador. É até algo injusto, pois reflete pensamento cartorial. Quem contrata a consultoria sabe para o que a quer, mas é a lei. Por outro lado empresas de lobby não tem especificação de profissão para exercer a função.

Então, salvo se a consultoria for de medicina, para o que o ministro está qualificado. Será que o deputado/ministro é lobista? 


Sissy, uma égua cega, recebe cuidado e escolta de cinco cabras e cinco ovelhas

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  • Sissy, uma égua cega, recebe cuidado e escolta de cinco cabras e cinco ovelhas

Uma verdadeira gangue de animais, formada por cinco cabras e cinco ovelhas, pratica uma espécie de escolta e auxílio à Sissy, uma égua cega de 15 anos, que vive numa fazenda no Estado de Montana, nos Estados Unidos.

Michelle Feldstein, de 66 anos, dona do local – que é um abrigo de animais – disse ao site “Metro.co.uk” que está acostumada a encontrar animais em situações incomuns, mas que desta vez ficou impressionada.

“Já vi patos que não conseguem voar, gatos sem garras e lhamas nômades, mas nunca vi uma amizade como essa”, diz. É um senso de camaradagem, respeito ao próximo e solidariedade que não se vê todos os dias.

“A comitiva que toma conta de Sissy a circunda na hora das refeições e a faz chegar corretamente ao feno. Eles também mostram a ela onde está a água e avisam onde estão as cercas”, conta Feldstein, ressaltando que eles cuidam da égua mesmo quando há tempestades de neve ou chuvas torrenciais.

Como explicação ao caso, a dona do local apela para o místico e faz uma reflexão válida: “acredito que exista uma magia envolvida nessa amizade entre égua, ovelhas e cabras. Quando os observo, me pergunto por quê as pessoas não podem fazer isso também”.

Ai, os seres humanos…

O que fazer no caso de um ataque zumbi

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SÃO PAULO  Se mortos-vivos comedores de cérebro cercassem a sua casa, você saberia o que fazer?

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) espera que sim, pois acaba de divulgar instruções de como se preparar para um ataque apocalíptico de zumbis.

  O comunicado publicado na página da entidade pretende usar o apelo midiático do tema para ajudar a divulgar formas de se preparar para emergências reais. Ainda assim, o CDC parece ter levado a sério o tema e inclui detalhes bem específicos contextualizando um ataque desta natureza. Os preparativos foram elaborados a partir dos relatos dos mortos-vivos comedores de cérebro que aparecem em filmes e livros – eles seriam criados por um vírus infeccioso e transmitidos por mordidas e fluídos corporais, ou seria fruto de radiação e mutações.

Segundo o CDC, o aumento dos zumbis na cultura pop fez aumentar também a crença de que um ataque realmente poderia acontecer – mas as pessoas saberiam o que fazer nesta eventualidade? “Esperamos responder a essas perguntas para você e, quem sabe, compartilhar algumas dicas de como se preparar para emergências de verdade também”, diz o texto.

O primeiro passo seria montar um kit de emergência que o ajude a chegar até um campo de refugiados não- zumbis. Ele deveria conter água, comida (não perecíveis), remédios; ferramentas (canivete, fita-crepe, rádio com baterias), itens de higiene (desinfetante, sabão, toalhas), roupas de cama, documentos (cópias das carteiras de motorista, passaporte e certificados de nascimento), kit de primeiros socorros (que o CD ressalta ser inútil no caso de uma mordida zumbi…).

Em seguida, é preciso já deixar a sua família avisada: aonde ir e o que fazer se os zumbis aparecerem na porta de casa? Escolham dois locais de encontro: um perto e um longe de casa e faça uma lista de contatos de emergência. Também é importante planejar a sua rota de saída, afinal, diz o CDC, “quando zumbis sentem fome eles não param até obterem comida (cérebro)”.

O órgão afirma ainda que, caos os zumbis atacassem, seriam conduzidas investigações como no caso de qualquer outra pandemia. Testes, análises e controle de pacientes, com isolamento e quarentena ajudariam a determinar a  causa da doença, a fonte da infecção, como ela é transmitida, como se espalha, como interromper seu ciclo e como tratar pacientes. 

Seja diferente e faça a diferença

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Quanto maior a escuridão ao seu redor, mais necessária será sua luz interior. Sempre que você estiver entre pessoas zangadas, ressentidas, desanimadas ou cínicas é quando você pode fazer a grande diferença e se manter positivamente centrado.

Claro que não é fácil. Com freqüência reagimos à negatividade sendo negativos também. Com isso, conseguimos apenas piorar a situação. Mas você tem a opção de não reagir. Você tem a opção de seguir seu próprio curso. Só porque as pessoas ao seu redor agem negativamente não significa que você também deva agir dessa forma.

Quando todos ao seu redor estiverem frustrados e impacientes, esforce-se ao máximo para manter a calma e a compostura. Quando todos ao seu redor estiverem zangados, esforce-se para ser a voz da razão e da compaixão. Quando todos ao seu redor estiverem desanimados, ofereça a esperança.

Médico, para que o jaleco?

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do ScienceBlogs.com.br 

Só eu fico com nojo desta imagem?

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Esta semana passada, fiz um curso na faculdade de medicina, e algumas aulas foram dadas em um hospital. Em um dos dias, saíamos na hora do almoço quando tive esta visão perturbadora. A lanchonete estava forrada de médicos de jaleco, comendo. Tem coisa mais nojenta do que isso?
Tudo que eu conseguia pensar é que um deles trabalha com tuberculose, outro era proctologista, e por aí vai. Qual o sentido de usar o jaleco no restaurante do hospital? Para não sujar a roupa? Por que, se o jaleco está limpo, o dono vai levar restos de comida para dentro do consultório. Agora, se já estiver sujo…
Com o passar do curso, reparando mais ao meu redor, fiquei ainda mais impressionado. Descobri que mais do que a suposta proteção, ou a real falta de higiene, o jaleco é uniforme. É um crachá que grita: sou médico. Sim, pois não vejo outro sentido para alguém pegar o metrô já de jaleco, desde casa. Ainda mais com o estetoscópio no pescoço. Alguém ainda usa isso? Para que andar de estetoscópio no metrô?
Provavelmente o sujeito vai andar 4 anos com um estetoscópio pendurado para um dia usá-lo, em um outro passageiro que desmaiou por conta do calor, e tudo vai ser justificado. Mas, para infelicidade do resgatado, ele vai desenvolver uma infecção cutânea massiva, pelo que quer que seja que habitava aquele estetoscópio nojento.
Basta passar entre o Hospital das Clínicas e o InCor em Pinheiros para se ver dezenas de médicos devidamente sinalizados, para lá e para cá trajando o guarda-pó. Na rua. Pegando metrô e (de vez em nunca) ônibus.
A necessidade do uniforme, do traje do médico é tanta, que vi alguns colocarem o jaleco para sair do hospital. Sim, a pessoa estava de camisa, no escritório, e quando foi sair para comer colocou o jaleco! Quase um paletó. Outros, vi abotoando o jaleco ao entrar no auditório, simplesmente para assistir a uma apresentação. Qual o sentido?
Se antes eu achava tosco alunos de odonto e enfermagem serem obrigados a assistir aula de roupa branca em algumas faculdades (achava que estivessem indo ou voltado do trabalho, mas descobri que se tratava de convenção mesmo), acabo de eleger algo muito pior. E mais porco. Para que serve o jaleco, afinal?
Como bem lembrado pelo nelas, pelo  Roberto Takata e por outros, vários restaurantes proíbem a entrada de pessoas com jaleco, e a prefeitura de Belo Horizonte proibiu a circulação fora do ambiente de trabalho. A que ponto se precisa chegar para que o profissional mais bem informado sobre a consequência do que faz tome a atitude correta.

E quando a hora chegar?

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Acho que em algum momento de nossas vidas gostaríamos de ter escrito algo do gênero.

Em uma época onde todos clamam pelo desapego, pelas relações curtas, pela falta de compromisso, é preciso às vezes parar e se preocupar um pouco com o que poderia vir, sobre a estrutura que está construída ao seu redor, e como tudo isso pode ser a única coisa que importa no fim.

Derek K. Miller, estava em fase terminal de um câncer, e escreveu um post para ser publicado após a sua morte. No texto ele traça um paralelo sobre quando ele ainda não tinha câncer, sobre tudo que viveu, como era o mundo e tudo que ele não vai conhecer daqui pra frente, uma vez que está morto.

Resolvi traduzir esse texto para o português, pois ele nos relembra de alguns valores que acabamos perdendo.

Segue a tradução.

O último post

Aqui está. Estou morto, e este é o ultimo post do meu blog. Em antecipação, Pedi para uma vez que meu corpo pudesse ser desligado das punições do câncer e então minha família e amigos publicassem essa mensagem que escrevi.

Nasci em 30 de Junho de 1969 em Vancouver no Canadá, e morri em Burnaby em 3 de Maio de 2011, aos 41 anos, das complicações do 4o estágio de um câncer colorretal metastático. Todos nós sabíamos que a morte estava chegando.

Isso inclui minha família e amigos, meus pais Hilkka e Juergen Karl. Minhas filhas Lauren de 11 anos, e Marina que tem 13, sabem de tudo desde que descobri que tinha câncer. Isso se tornou parte da vida delas.

Airdrie

Obviamente isso inclui minha esposa Airdrie. Ambos nascemos em Vancouver, nos graduamos em colégios diferentes em 1986, e estudamos Biologia na UBC aonde nos conhecemos 1988. Em um trabalho de verão, trabalhávamos em um parque, eu virei a canoa em que Air e eu estávamos, então tivemos que empurra-lá até a costa.

Compartilhamos algumas aulas e então perdemos contato. Mas alguns anos depois, em 1994, eu ainda estava trabalhando no campus. Airdrie viu meu nome e me escreveu uma carta-SIM! PAPEL!-e eventualmente (Eu estava tentando ser músico em tempo integral, então era tudo bem caótico) Eu a escrevi de volta. Dessas sementes surgiram um jardim: isso aconteceu em Março de 94, e em Agosto de 95 já estávamos casados. Nunca tive duvidas, porque tudo foi sempre muito bom, no pior e no melhor.

Como foi no final

Não fui para um lugar melhor, ou pior. Não fui a lugar nenhum, porque Derek não existe mais. Assim que meu corpo parou de funcionar, e os neurônios em meu cérebro cessaram fogo, eu fiz uma notável transformação: de um organismo vivo para um cadáver, como uma flor ou um rato que não agüentaram uma noite de inverno. A evidência é clara, uma vez que eu morri, tudo acabou.

Eu não temia a morte– o momento propriamente dito – e o que viria depois disso, que era (e é) nada. Como fiz ao longo do tempo, eu permaneci com medo do processo de estar morrendo, o aumento da fraqueza e fadiga, dor, de me tornar cada vez menos eu mesmo conforme fosse chegando. Tive sorte que minhas faculdades mentais quase não foram afetadas através dos meses e anos antes do fim, e não existiu nenhum sinal de câncer no meu cérebro – que eu ou alguém mais soubesse.

Quando criança, logo que aprendi a subtrair, eu descobri quantos anos eu teria no esperado ano 2000. A Resposta era 31, o que me parecia bastante velho. Na verdade, quando cheguei aos 31 anos eu estava casado, tinha duas filhas, e trabalhando como escritor técnico, e com web na área de computação. Bastante crescido, eu diria.

Ainda teria muita coisa para vir. Eu ainda estava pra começar esse blog que acabou de fazer 10 anos. Ainda não tinha voltado a tocar bateria com minha banda, nem virado um podcaster (desde que não existiam podcasts , nem ipods obviamente). Na terra da tecnologia, Google ainda era novidade, Apple estagnada, Microsoft era grande e estava no
comando, e Facebook e Twtitter estavam a alguns anos de existirem. As sondas de marte: Spirit e Opportunity, estavam a três anos de serem lançadas, e a Cassini-Huygens não estava nem na metade do caminho pra saturno. O genoma humano também ainda não tinha sido mapeado.

As torres do World Trade Center ainda estavam em pé. Jean Chrétien continuava primeiro ministro do Canadá, Bill Clinton era presidente dos Estados Unidos, e Tony Blair primeiro ministro do Reino Unido. Enquanto Saddam Hussein, Hosni Mubarak, Kim Jong-Il, Ben Ali, e Moammar Qaddaf tinham o poder do Iraque, Egito, Coréia do Norte, Tunísia e Líbia.

Em minha família no ano 2000, minha prima não teria um bebê por mais quatro anos, minha outra prima estava iniciando o namoro com o homem que é seu marido agora. Sonia, que foi amiga da minha mãe por toda a vida, ainda estava viva. Assim como minha avó, a mãe do meu pai, que tinha então 90 anos. Nem eu nem minha esposa nunca havíamos precisado de alguma internação medica –não ainda. Nem uma das minhas filhas tinha parado de usar fraldas, tiravam fotografias sozinhas, escreviam histórias, passeavam de bicicletas e cavalo, postavam no facebook, ou calçavam mais do que a
mãe. Não tínhamos um cachorro.

E eu não tinha câncer. Não fazia a mínima idéia que teria, menos ainda que teria na próxima década, ou que isso me mataria.

Sentindo Falta

Porque mencionei tudo isso? Porque eu reconheço que, a qualquer momento eu posso lamentar o que eu nunca conhecerei, e ainda assim não me arrepender do que me trouxe aonde estou. Eu poderia ter morrido em 2000 (com 31 anos) e ter sido feliz com minha família: minha incrível esposa, minhas ótimas filhas, um trabalho divertido, e hobbies que eu adorava. Mas eu teria perdido muitas outras coisas.

E muitas coisas agora vão acontecer sem mim. E quando eu escrevi isso eu não fazia a menor idéia do que a maior parte delas seriam. Como será o mundo em 2021, ou em 2060 quando eu estaria com 91 anos, idade que minha avó chegou? O que de novo conheceremos? Como os países e as pessoas vão ter mudado? Como nós nos comunicaremos e nos moveremos por ai? Quem iremos admirar ou desprezar?

O que minha esposa estará fazendo? Minhas filhas Marina e Lolo? O que vão estudar? e como vão gastar seu tempo, e ganharão a vida? Minhas filhas terão seus próprios filhos? Netos? Existirão partes da vida delas que eu acharia difícil de compreender agora?

O que saber, agora que estou morto

Não existem respostas hoje. Enquanto eu estava vivo e ainda escrevendo isso, eu estava triste em saber que perderei todas essas coisas – não porque não serei capaz de testemunhar isso, mas porque Air, Marina, e Lauren não me terão lá com elas para apoiar seus esforços.

Acontece que ninguém pode imaginar o que realmente acontecerá em nossas vidas. Podemos planejar, e fazer o que gostamos, mas nós não podemos esperar que esses planos funcionem. Alguns dele vão, outros provavelmente não. Invenções e idéias vão aparecer, mas vão ocorrer eventos que nunca poderíamos prever. E isso não é ruim ou bom, mas
é real.

Eu acho e espero que minhas filhas possam tirar algo da minha doença e morte. E que minha maravilhosa, e incrível Airdrie possa ver isso também. Não que eles podem morrer a qualquer dia, mas que busquem o que gostem, e o que estimule suas mentes o máximo possível-então elas estarão prontas para oportunidades, e também não se desapontarem quando as coisas saírem errado, elas inevitavelmente vão.

Eu também tive sorte. Eu nunca tive que me preocupar de onde viria minha próxima refeição. Nunca fui amedrontado por um exército estrangeiro que apareceria no meio da noite com machados ou metralhadoras para matar ou ferir minha família. Nunca precisei fugir pela minha vida (algo que eu não conseguiria fazer agora de qualquer forma). E infelizmente, essas são coisas que algumas pessoas tem que se preocupar todos os dias.

Um lugar maravilhoso

O mundo, na verdade todo o universo é belo, impressionante, um lugar maravilhoso. Sempre existe algo a mais para descobrir. Eu olho para trás e não me arrependo de nada, mas espero que minha família ache uma forma de fazer o mesmo.

E a verdade é que os amei. Lauren e Marina, conforme amadurecerem e se tornarem vocês mesmas ao longo dos anos, saiba que eu as amei e fiz o meu melhor para ser um bom pai.

Airdrie, você foi minha melhor amiga e relação mais próxima. Não sei o que seriamos sem ter um ao outro, mas eu acho que o mundo seria um lugar mais pobre. Te amei profundamente, te amei, te amei, te amei.

Alberto Brandão